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Fontes do governo acham improvável pulverização da BrT
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008, 21h24



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Este noticiário perguntou formalmente à presidência da República se é verdade que o presidente Lula está dando apoio total à fusão entre Brasil Telecom e Oi e se é verdade que já está decidida a mudança na regulamentação (Plano Geral de Outorgas) para permitir a fusão, conforme informam nove entre 10 matérias referentes à fusão na imprensa. A presidência informa que não comenta o assunto por se tratar de um negócio privado. Este noticiário apurou junto a fontes qualificadas do governo que a mudança na regulamentação não é algo tão certo assim. Ela não está desenhada e só será disparada uma vez que haja uma demanda concreta do mercado para isso (ou seja, que a fusão esteja acertada em todos os seus detalhes). Satisfeitas estas condições, o rito para a mudança no PGO será seguido e serão ouvidos os argumentos contrários. Mas a fonte não esconde que é de total interesse da presidência da República que o negócio saia e que a condição é que a empresa resultante esteja blindada contra eventuais tomadas hostis ou que possa ser vendida ao capital internacional. Por isso, BNDES e fundos de pensão têm como missão, na negociação, assegurar grande poder de controle. Mas o governo entende que precisa de um capitalista nacional tocando o negócio. Perguntada por que então o grupo Andrade Gutierrez e o grupo La Fonte teriam sido os escolhidos para liderar o negócio, a fonte respondeu: "porque não parece haver outros interessados".

A fonte diz ainda que está praticamente descartada a idéia de uma pulverização do capital das duas empresas, porque isso poderia facilmente favorecer uma tomada hostil da empresa resultante.

Fonte ligada aos fundos de pensão explica que a opção de pulverizar o capital ainda existe, mas que a opção de venda da Brasil Telecom para a Oi é a saída que mais se combina com o desejo de criar uma grande tele nacional. A fonte diz também que ainda que a Embratel e a Telefônica tivessem a chance de comprar a Brasil Telecom, elas dificilmente conseguiriam aprovação do ponto de vista concorrencial, dado o tamanho dos grupos que as controlam em nível internacional. "Seria como a Vale e a Rio Tinto tentarem se fundir", diz a fonte, referindo-se às duas gigantes do setor de siderurgia e mineração.
Samuel Possebon
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