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Edições anteriores #
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Capa
Bem mais que um cano
Operadoras lutam para não serem “dumb pipes”, ou seja, meros provedores de banda. O caminho para as fixas deve ser a ampliação dos serviços agregados. Já as móveis procuram ter lojas próprias de aplicativos
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Editorial
Qual o modelo?
A pauta eleitoral de 2010, a primeira feita após uma Conferência Nacional de Comunicação e a primeira das quatro que virão até 2025, é uma grande oportunidade para que temas complexos e fundamentais para o futuro do país comecem a ir além do circuito setorial
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Regulamentação
Licença para todos
Anatel pode extinguir sistema de licitações de TV a cabo, permitindo que todos os interessados, até mesmo as teles, possam prestar o serviço
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Entrevista
FTTH elétrico
Conheça os planos da Copel, concessionária de energia que pretende criar uma rede de telecom aberta e neutra, disponível para os provedores de serviço já em 2010
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Internacional
A hora dos emergentes
Com mudança de escopo e atuação da União Internacional de Telecomunicações, Brasil tem chance de ampliar sua presença no cenário internacional. Mas futuro das entidades multilaterais ainda é uma incógnita
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Marketing
Relacionamento 2.0
Aproveitar a inteligência de redes colaborativas é uma forma cada vez mais importante das grandes empresas conhecerem seus usuários
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Serviços móveis
Discutindo a relação
Redução da receita com portais de serviços de valor adicionado próprios leva operadoras móveis, integradores e provedores de conteúdo a repensarem seus papeis na terceirização de SVA e buscarem novos modelos de parceria
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Fornecedores
A evolução de um modelo
Licitação bilionária da Oi revela um novo sistema de terceirização, com contratos bem mais longos e cada vez mais voltados a áreas estratégicas das operadoras móveis. Neste cenário, grandes fabricantes e gigantes de TI conquistam ainda mais espaço
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